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> Um Cais do Sodré mais verde está em discussão pública
23 de Maio de 2013
Construtores de navios e marinheiros, noctívagos mais ou menos meliantes. O Cais do Sodré, em Lisboa, já viu muitas pessoas e, desde os Descobrimentos até aos dias de hoje, já foi muita coisa. Agora há um novo projecto para a requalificação do Cais do Sodré e Corpo Santo que o pretende tornar «mais verde», «que valoriza o transporte público e o peão». A Câmara de Lisboa aprovou-o, em final de Abril, e agora quer a sua opinião sobre ele, até ao próximo dia 27 de Maio.
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>Opinião
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«Nuno Portas: urbanismo e espaço público»

Nas cidades, os seus limites estão sempre a mexer; perdurando os arruamentos. As vias e os caminhos numa cidade funcionam como os nervos de um ser humano. As malhas urbanas são geradoras de uma permanente dinâmica com os traçados dos espaçamentos. Os vazios são formas, não são sobras que ordenam as cidades, não são para ser construídos, mas para servir as casas...
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>Pergunta & Resposta
« Na iluminação, quais as soluções mais adequadas para a eficiência energética? »
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« A pergunta não tem uma única resposta. São muitos os factores que condicionam a escolha. Enumeremos alguns: actividade desempenhada no espaço, tempo de utilização, possibilidade de utilização de luz natural, limitações de investimento, custo da energia. No entanto, podemos alinhar algumas regras gerais que devem ser utilizadas, tendo em atenção as peculiaridades de cada caso... »
Henrique Barata Mota,
Director-geral da Lledo Iluminação Portugal e coordenador na Ordem dos Engenheiros

>Sugestão
«Urbanismo e Arquitectura em Angola»

Olhando para as linhas arquitectónica comuns entre Portugal e Angola, foi lançado o livro “Urbanismo e Arquitectura em Angola”, da autoria de Maria Manuela Fonte. A obra faz a análise do espaço construído no país africano, entre os anos 20 e 70 do século XX, tentando perceber até que ponto foi reflectido no território angolano o discurso ideológico colonial e as diversas teorias urbanísticas europeias.

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